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Devemos olhar ou devemos ouvir?! É uma dúvida que subsiste quando Lady Gaga está em palco. Uma simbiose de música, moda, arte e tecnologia, o novo fenómeno da Pop irá lançar, a 23 de Novembro deste ano, The Fame Monster, uma versão actualizada do ál - bum de estreia, The Fame, que inclui oito novas canções. Mas Stefani Joanne Angelina Germanotta (nascida há 23 anos perto de Nova Iorque e que frequentou o mesmo colégio que as irmãs Hilton), que construiu o nome artístico inspirada em Radio Gaga, dos Queen, mostra que é mais do que o estereótipo criado para as louras. Compõe as canções dos seus álbuns e antes de tomar o mundo de assalto fazia o mesmo para Britney Spears e as Pussycat Dolls. Lady Gaga também assina o excêntrico guarda- -roupa de palco e confessa-se apaixonada por Versace, Chanel, Marni, Karl Lagerfeld e Gareth Pug. Não sendo propriamente uma beleza e não tendo uma das vozes mais inebriantes, ela tem sabido impor-se sobretudo através da construção de uma personagem que poderia ter saído da Factory de Andy Warhol. Há quem diga que Lady Gaga é uma mistura de Madonna, quando ela tinha qualidade, de Gwen Stefani na altura de Halloback Girl, de Kylie Minogue em 2001 (álbum Fever) e de Grace Jones na actualidade. A situação chegou ao ponto de, quando morena, ter de platinar o cabelo para deixar de ser confundida com Amy Winehouse. A sua influência sobre outros artistas parece ser evidente e dá-se como exemplo o recente look de Christina Aguilera. Quando perguntaram a esta cantora se assim era, respondeu secamente: “Não sei bem quem é essa pessoa, para ser honesta. Nem percebo se é um homem ou se é uma mulher.” Apesar de mais esta farpa nos rumores estúpidos sobre a identidade sexual de Gaga, esta respondeu sem gaguejar que pode muito bem ser um homossexual e rematou: “Aliás, ninguém me poder imitar porque eu sou inimitável!” Não mostrando ressentimentos, rasgou elogios à rival. Always a lady, Gaga... |
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