Assinar Revista | PDA
Newsletter
Directório:  Acessórios | Beleza | Calçado | Vestuário | Marcas | Vestuário

  Home
  Moda
  Especial
  Tendências
  Shopping
  Shows
  Moda em notícia
  Crónica
  Directório de Lojas
  Beleza
  Tendências
  Shopping
  Noticias
  Mulher & Carreira
  Sociedade
  Intimidade
  Celebridades
  Saúde
  Corpo e Alma
  Saúde em notícia
  Canal Nutrição
  Família
  Estrela do Mês
  Dossiers
  Fala-se de...
 As nossas escolhas
  Lazer
  Livros
  Cinema
  Música
  Palcos & Artes
  Vídeo/DVD
  Espaços Abertos
  Decoração
  Directório de Lojas
  Casas e Interiores
  Especiais
  Horóscopo
  Correio
  Fórum
  Actualidade
  Beleza
  Moda
  Contactos
  Notícias por RSS
  Jogue on-line
  Acção
  Desporto
  Plataformas
  Puzzle
  Shoot´Em Up
  Máxima PDA
Pesquisar

 
Subscrever Máxima




ESTRELA DO MÊS

DEPOIS DE UMA LARGA PAUSA, GWYNETH PALTROW REGRESSA EM AMOR DUPLO, NO PAPEL DE UMA MULHER ATORMENTADA QUE VIVE UMA LIGAÇÃO PROIBIDA COM UM HOMEM CASADO.

POR PAULO PORTUGAL, EM CANNES

A loira platina reinventou-se no menos convencional dos filmes românticos. Em Amor Duplo, do talentosíssimo James Gray, entrega-se totalmente a uma relação proibida, profunda e especial. E logo com o mais inesperado dos amantes – Joaquin Phoenix, que após este filme decidiu fazer um interregno na sua carreira. Encontrámos Gwyneth em Cannes. Ao entrar na sala, exibiu o belo sorriso e na sua inconfundível voz cumprimentou-nos. Percebe-se que Gwynie deseja mostrar que algo mudou. De cabelo bem mais curto, embora alongado nas pontas, e muito elegante. Como sempre. Valeu a pena perguntar, para saber que usava um conjunto de várias pulseiras Burberry e um elegante, mas discreto, conjunto ready to wear da casa Céline, também desejada por Angelina Jolie, Madonna ou Jennifer Aniston. Muito old school, nas suas palavras.

É interessante que o filme Amor Duplo relate a história sob o ponto de vista da “outra mulher”. Como se sentiu nessa posição?
A história fala de obsessão e de como é prejudicial para o crescimento pessoal e a felicidade. O Joaquin tem uma obsessão pela minha personagem e eu por um homem casado; sei que isto me está a destruir e sei que é errado. Mas, infelizmente, ela não consegue libertar-se e ver mais além. Por isso, acaba por insistir num erro. Acho que o James [Gray] quis ilustrar como uma obsessão pode tornar-se no elemento central da relação. Uma rapariga envolvida com um homem casado é um exemplo perfeito disto mesmo.

FILMES MAIS MARCANTES
Sete Pecados Mortais
Foi a grande oportunidade de mostrar uma calma sedutora num thriller pesado. Brilhou ao lado de Brad Pitt.
A Paixão de Shakespeare
A performance que lhe deu o único Óscar da sua carreira. Convincente na musa do grande poeta.
Instantes Decisivos
Desafio cumprido de interpretar duas personagens que lidam com o amor e destinos alternativos.
Duplo Amor
Entrega de corpo e alma à personagem mais intensa da sua carreira. O carisma de Joaquin Phoenix ajudou.
Já viveu em termos pessoais uma experiência semelhante, de obsessão?
Sim, quando era bastante mais jovem envolvi-me com alguém, não era casado, mas andava metido em drogas e álcool. Apesar de ter sido educada e criada num ambiente de amor, que me fazia sentir bem comigo própria, a verdade é que fui apanhada numa teia em que me questionava porque é que isto me estava a acontecer.

Depois de alguma sobreexposição, teve um momento de pausa e regressa agora depois dessa “hibernação”. Sente que traz agora alguma frescura que não tinha antes?
Oh, claro, certamente. Claro que sim... Obrigada [risos]. Aos 20 fiz muitas coisas e não me apercebi que podia recusar. Era como uma corrida em que eu não podia parar. Entretanto, perdi o desejo de trabalhar, senti que não tinha nada a dizer. Muitas coisas aconteceram na minha vida: o meu pai morreu, conheci o meu marido, tive um filho, e descobri que havia uma vida que nada tinha a ver com Hollywood e com o negativismo a que associava a indústria.

O facto de ser mãe ajudou-a?
Senti-me muito bem a andar em pijama. Foi óptimo ser mãe a tempo inteiro durante três anos. Quando o meu segundo filho fez seis meses comecei a sentir-me como o artista que saía do estado de hibernação. Eu queria esperar que ele completasse um ano, porque tinha dedicado tanto tempo à minha filha, mas já me preparava para o que pudesse aparecer.

Porque aceitou fazer Homem de Ferro?
Foi nessa altura que fui convidada para fazer o Homem de Ferro. E logo com alguém com quem sempre desejei trabalhar: o Robert [Downey Jr]. Foi uma experiência incrível e achei que só queria trabalhar com pessoas assim, talentosas. Porque apesar de não estar todos os dias com os meus filhos, achei que levaria para casa algo positivo, estaria a enriquecer-me. Nunca voltarei a explorar-me como aconteceu no passado. A minha casa é demasiada preciosa.

Como se sente, enquanto mulher?
Acho que hoje tenho mais respeito por mim, enquanto mulher e actriz. É sem dúvida mais importante agradar-me a mim do que aos outros.

O que aprendeu com os seus pais, também actores?
Nessa altura, vivíamos em Santa Mónica. O meu pai ia trabalhar para o Vale e eu não estava tão exposta à parte do cinema como estava em relação ao teatro, porque adorava ver a minha mãe ensaiar peças. Em palco toda ela era inspiração, tinha imenso carisma. Se hoje sou actriz devo-o a ela.

Vive actualmente em Inglaterra. Não sente saudades da sua terra natal?
Vou lá algumas vezes, por isso não sinto saudades. Sinto-me afortunada por viver entre Nova Iorque e Londres – é a combinação perfeita. Nova Iorque é um ambiente muito intenso para viver com crianças. É muito difícil viver com os táxis, fatos de neve, paparazzis, não é como Nova Iorque de há 10 anos. Por outro lado, em Londres é tudo verde, há muita relva, há parques por todo o lado, acho que é uma cidade adorável para criar os nossos filhos.

Porque escolheram nomes tão invulgares para os seus filhos? Tem alguma tradição familiar?
[Risos] O meu marido disse que se fosse uma menina devia chamar-se Apple [maçã]. Eu gostei logo; gosto de nomes invulgares; fica-lhe muito bem, até porque ela é a menina dos meus olhos. E o Moses é um nome muito grande. O meu pai era judeu e o nome hebraico dele era Moses…

Como é que lida com o seu passado, em que teve de superar diversas adversidades?
Acho que uma das coisas que aprendi do muito que sofri foi que não devemos recear sofrer. Sofrer faz com que nos livremos do lado negativo, aproxima-nos da espiritualidade, se nos entregarmos. É curioso que aos 20 anos perguntaram-me qual era o meu maior medo e eu respondi que seria que o meu pai morresse e quando isso aconteceu, foi muito duro. Ter medo de sofrer ou de que as coisas nos aconteçam é uma perda de energia. Tudo acontece por uma razão, nada é ao acaso.

O filme chama-se Amor Duplo. É claro que encontrar a pessoa que amamos para o resto da vida já é suficientemente difícil para qualquer mortal, imagino que muito mais difícil para uma estrela como a Gwyneth…
Por acaso, o meu pai morreu e eu conheci o meu marido três semanas depois... [risos] Aconteceu. Mas o mais importante é que aprendi que somos todos da mesma alma. Sou tão mortal como qualquer outro.

Também é conhecida pelo seu estilo. Como é a sua relação com a moda?
Sempre gostei de moda. Lembro-me de ir para a escola, em Nova Iorque, a gostar de moda. Já lia a Vogue aos 15 anos. Foi algo que sempre me interessou.

Tanto a Gwyneth como o seu marido têm vidas públicas. Como é que planeiam a vossa vida?
Não é assim tão complicado. Tentamos conciliar as coisas. Basta ter respeito pelo que cada um faz. Tentamos não fazer demasiadas coisas ao mesmo tempo. A minha família é a minha prioridade.













Anunciar on-line | Assinaturas | Contactos | Notícias por RSS | Promoções | Serviços Móveis Record | Serviços Móveis CM
ADSL.XL | Classificados | Emprego | Directórios | Jogos | Horóscopo| Tempo

Copyright ©. Todos os direitos reservados. É expressamente proíbida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Edirevistas, S.A. , uma empresa Cofina Media - Grupo Cofina.
Consulte as condições legais de utilização.