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A cerimónia de entrega dos três prémios às autoras distinguidas na 17.ª edição do Prémio Máxima de Literatura decorreu após um animado almoço num dos espaços do Hotel Ritz, em Lisboa, cujo nome não podia condizer melhor com o evento: sala Fernando Pessoa. Destacar e divulgar a literatura portuguesa no feminino é o objectivo deste Prémio, criado em 1990 pela fundadora da revista, Madalena Fragoso.
Em 2009, a decisão esteve a cargo de um júri constituído por Maria Helena Mira Mateus, Leonor Xavier, António Carvalho, valter hugo mãe e Laura Luzes Torres, directora da Máxima, que presidiu.
O romance Myra, de Maria Velho da Costa, conquistou o Prémio Máxima de Literatura 2009, no valor de 4000 euros, tendo o Troféu Máxima sido entregue à autora por Maria de Jesus Barroso Soares, como manda a tradição. Sobre esta obra publicada pela Assírio & Alvim, António Carvalho disse algumas palavras que emocionaram Maria Velho da Costa, e foi lida uma mensagem de valter hugo mãe, que não pôde estar presente. A Portuguesas com História, de Anabela Natário, um ensaio em 6 volumes (Temas e Debates), foi atribuído o Prémio Especial do Júri, no valor de 1500 euros, tendo sido comentado por Maria Helena Mira Mateus. E o romance Dona Stella e as suas Rivais, de Isabel d’Ávila Winter (Quidnovi), recebeu o Prémio Revelação, no valor de 1500 euros. Leonor Xavier falou sobre este livro, cuja autora não compareceu por viver actualmente na Austrália, de onde enviou uma mensagem que foi lida pela sua editora, Ana Maria Pereirinha, a quem também coube receber o Troféu Máxima.
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